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Escrito por: Mayumi julho 25, 2012



Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranqüilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?



Livro: Delírio  
Autor: Lauren Oliver
Páginas: 352
Editora: Intrínseca
Classificação: ★★★★★ (5/5)


Ele é meu mundo, e meu mundo é ele, e sem ele não há mundo. Pág.260


Delírio foi sem dúvida uma grande surpresa pra mim, pois fazia um tempo que não lia algum livro que me prendesse realmente e me contagiasse. Aquelas sensações que somente alguns livros conseguem passar? Quando você consegue sentir todos os sentimentos que a personagem sente, aquele friozinho na barriga em alguns momentos acaba se perdendo na leitura, ávido por mais e triste com o final. Confesso que não ficava assim desde que li A Esperança, último livro da Trilogia Jogos Vorazes. Quando a Editora Intrínseca anunciou o lançamento de Delírio aqui no Brasil, fiquei ansiosa para sua chegada e a capa é sem dúvida linda, luminosa e deixa o leitor curioso logo de cara.  Me lembrou um pouco o livro Destino, sabe porque? Porque é também uma distopia que fala sobre um futuro próximo, todo controlado pelo governo e aparentemente perfeito.  Quem leu Destino vai entender o que eu estou querendo dizer. Vamos a história:

Há 64 anos identificaram o amor como uma doença, e 43 anos que os cientistas descobriram a cura. Madalena Ella Haloway Tiddle, ou Lena como todos a chamam é uma garota na média como ela mesmo se descreve, que não faz nada de errado, não desobedece as regras, não é gorda e nem magra, nem feia ou bonita. No início do livro ela conta os dias para sua intervenção, ou seja, o dia que os cientistas irão realizar a cirurgia que irá curá-la para sempre da delira nervosa, a doença do amor e também é o dia de seu décimo oitavo aniversário, idade em que os riscos para os curados são menores e não há tantas chances de que a cura não funcione corretamente. As conseqüências são sofrimento de danos cerebrais, paralisia parcial ou coisas piores. Muitas pessoas temem a intervenção, os doentes até resistem e houve casos em que pessoas preferiram a morte a serem curados. Lena ao contrário, conta os dias, pois teme que o delira esteja em seu sangue pelo que aconteceu á sua mãe. Órfã de pai e mãe, sua mãe se matou quando ela era criança, todos dizem que a doença corre pelas suas veias e ela teme que um dia se torne igual a ela. Já seu pai morreu quando ela era ainda um bebê. A cura é obrigatória para cada habitante da cidade de Portland, e todos acham que é para o bem, para manter a cidade segura, as pessoas alegres e em paz.  Lena também pensava assim; que os reguladores e as patrulhas, o toque de recolher, a intervenção, a cura e ser pareada era algo bom... Até o dia em que foi infectada e se apaixonou. 

Nesta distopia, a fronteira dos Estados Unidos foi fechada e as cidades, regulamentadas e também cercadas por muros eletrificados e guaritas cheias de guardas. Ninguém entra e ninguém saí. Os meninos e as meninas estudam em escolas separadas, o contato físico entre os não curados é proibido e existe uma punição rigorosa para isso. No fim da escola, logo após os jovens passarem pela avaliação, os avaliadores fazem perguntas e mais perguntas e lhe dão uma nota, da qual analisam e decidem seu futuro. Após as notas eles também dão quatro ou cinco nomes de possíveis pares compatíveis, e entre eles você irá escolher um e eles farão o possível para encontrar o par perfeito e fazer a vontade dos dois. Depois disso você vai para a faculdade e ao terminar irá se casar com seu par escolhido. Caso não passe na faculdade, seu casamento é logo após o ensino médio. Tudo fácil, seguro, organizado e saudável. Um futuro esperado e planejado, sem preocupações, tristezas ou incertezas, isso é o que a cura promete. Existem muitas regras; os não curados tem toque de recolher, não podem ter contato físico ou qualquer tipo de aproximação com outros não curados do mesmo sexo, não podem ouvir musicas a não serem as autorizadas, não podem demonstrar sentimentos em publico e precisam ter determinadas atitudes. Caso seja visto como um simpatizante dos inválidos você é preso e jogado nas criptas ou executado. 

A família de Lena tem seu passado contaminado e marcado pela doença. Ela é criada por sua tia Carol, uma mulher extremamente fria e distante, assim como todos os outros curados, que tem seus princípios e uma vida rotineira. Criada por Carol junto com sua irmã Rachel que já fora curada e já tem sua família, ela vive com suas duas primas, Jenny e Grace, que ficaram aos cuidados da avó após a morte de sua mãe. A mãe das duas casou-se com um cientista que foi descoberto como simpatizante e no dia de seu julgamento fugiu para a Selva e deixou Marcia para trás, e ela teve um ataque cardíaco e morreu. A Selva é território não regulamentado entre cidades e fronteiras. Lugar que todos sabem a existência, mas poucos assumem saber sobre o assunto. O governo diz que os Inválidos foram erradicados, todos mortos em um ataque tempos atrás. As pessoas sabem que isso não é verdade, pois  de tempos em tempos eles organizam algum tipo de protesto. No dia de sua avaliação Lena tem um ataque de nervosismo, por lembrar-se de sua mãe e ao mesmo tempo por ver o lugar onde ela mesma irá passar pela cirurgia. Graças ao protesto dos inválidos o teste é cancelado e remarcado para outro dia, para grande sorte de Lena.  Mas no dia de sua avaliação Lena vê estranho e fascinante garoto no observatório dos laboratórios, e a imagem dele fica gravado em sua mente. Depois de Correr com Hanna, seu passatempo favorito, e ir até a praia quando Hanna inconsequentemente decide invadir o espaço de descarregamento dos laboratórios. Lá o segurança que as aborda é surpreendentemente o mesmo estranho que ela havia visto na sala de avaliação e depois disso... Lena começa a ser infectada, mesmo sem saber. Lentamente ela descobre outro mundo além daquele perfeitamente correto que ela conhecia, não por escolha própria  mas de certo modo os acontecimentos estão interligados. Hanna inconsequente e curiosa descobre um mundo de festas proibidas depois do toque de recolher, com música não permitida que fala sobre sentimentos, em fazendas abandonadas, com bebidas e não curados se tocando e conversando. Lá novamente Lena encontra Alex, o garoto curado que tem estranhas atitudes, olhos cor de âmbar e cabelo castanho e dourado.  

No livro o amor é descrito como a mais mortal das coisas mortais, uma doença extremamente perigosa e que se alastra com rapidez. Eles responsabilizam o amor, ou a delira nervosa como a nomearam responsável pelas guerras e crises que aconteceram no passado. Como uma doença e um pecado. Existem livros educativos (Shhh.) que falam sobre a doença, antigas e trágicas  histórias de amor que são ensinadas aos jovens como contos de alerta. O amor em delírio é descrito como uma das piores doenças, a causa de todas as outras. Quem for infectado passa pela intervenção mais cedo, é praticamente arrastado até os laboratórios mesmo com o risco de efeitos colaterais e todos encaram os infectados como doentes ou animais, com repudio e sua família pode acabar sendo responsabilizada e punida.

Depois de ser completamente infectada e assumir isso, Lena descobre muitas coisas. Encarando seu futuro e o turbilhão de sentimentos conflitantes, tudo o que ela sabe é que não quer mais ficar longe de Alex e, além disso, ela tem de esconder todos os sintomas e tentar agir normalmente, porque se for pega ela será punida e poderá passar pela intervenção antes da data marcada, e seus sentimentos por Alex serão apagados e esquecidos de vez. Cada dia que passa seu amor aumenta, e com ele a confusão se alastra pelos pensamentos de Lena além de também cada dia a intervenção estar mais próxima. Ela tem o apoio de sua amiga Hanna que a encobre quando está com Alex, passando algumas horas escondidos na casa abandonada, as vezes a tarde... Às vezes durante a noite após o toque de recolher quando todos estão dormindo. Aos poucos Lena se vê confusa e perdida entre o que descobre ser a verdade e o que sempre lhe foi dito que era a verdade. Ela vê que o amor não é uma doença terrível que destrói e corroí as pessoas, que os reguladores e as patrulhas não são para a proteção e sim para que as mentiras continuem intactas, que eles são brutos e agressivos, que os inválidos não são pessoas que vivem em condições horríveis como animais brutos e sim em paz e harmonia como uma comunidade com liberdade, que a intervenção não protege e sim torna você uma pessoa fria e sem sentimentos e pensamentos próprios e que as fronteiras não foram feitas para manterem as pessoas seguras e sim para mantê-las presas e em ordem. Mas mesmo assim, a cada dia que passa a intervenção de Lena, se aproxima seu destino que já está determinado e seu par escolhido. Após conhecer os dois lados da história e ver que nada era do jeito que pensava, Lena terá de decidir o seu futuro, e mesmo depois de decidir será que ela irá conseguir? Mesmo com as descobertas acerca do passado de sua mãe, que sempre lhe assombrou? Descubra lendo Delírio, de Lauren Oliver e confiram a entrevista exclusiva que o Stealing Books conseguiu com a autora. 

Você precisa entender. Não sou ninguém especial. Sou apenas uma garota . Tenho um metro e cinquenta e oito e sou mediana em todos os aspectos. Mas tenho um segredo. Você pode construir paredes até o céu, mas eu encontrarei uma maneira de voar acima delas. Pode tentar me prender com cem mil braços, mas eu encontrarei um jeito de resistir. E há muitos de nós por aí, mais do que você imagina. Pessoas que recusam a deixar de acreditar. Pessoas que recusam a pôr os pés no chão. Pessoas que amam em um mundo sem muros, pessoas que amam em meio ao ódio, em meio á recusa, com esperança e sem medo. Eu amo você. Lembre-se disso. Eles não podem tirar isso de nós. Pág. 342



O livro é sem dúvida lindo, bem escrito, poético e tem belas citações sobre o amor. A personagem principal é inteligente, e apesar do seu jeito de se comportar ser muito diferente do modo como ela pensa no começo do livro, vemos aos poucos ela se apaixonar e mudar o jeito como enxerga as coisas. As comparações, as conclusões e o desenvolvimento da personagem é notável. Achei muito interessante o modo como ao longo do livro ela vai contando um pouco mais sobre o passado de Lena, aos poucos, mas ao mesmo tempo sem enrolação, dando um pouco de mistério ao livro. O fim não foi nem um pouco esperado e tenho certeza que quem leu também se surpreendeu. Seus acontecimentos são cheios de reviravoltas e descobertas intrigantes. O jeito como Lauren Oliver escreve é cativante, o modo como descreve as coisas e faz comparações faz tudo parecer um grande poema e algo belo de se ver. 
Fase um                                                                                                                                                    preocupação, dificuldade de concentração, boca seca, transpiração, suor nas mãos, tonteira e desorientação, atenção reduzida, pensamentos acelerados, habilidades racionais prejudicadas.  
Fase dois                                                                                                                            períodos de euforia, risadas histéricas e incremento de energia, períodos de desespero, apatia, mudanças no apetite, rápida perda ou ganho de peso, fixação, perde de interesse por outros assuntos, habilidades racionais comprometidas, distorção de realidade, padrões de sono alterados, insonia ou fadiga constante, pesamentos e ações obsessivas, paranoia, insegurança.                              
Fase Tres (crítica)                                                                                                         dificuldade de respirar, dor no peito, na garganta ou estomago, dificuldade de engolir, recusa em se alimentar , colapso total das forças racionais, comportamento errático, fantasias e pensamentos agressivos, alucinações e ilusões.                              
Fase Quatro (fatal)                                                                                                                       paralisia física ou emocional (parcial ou total) morte        
 Se tem medo de que você ou algum conhecido tenha contraído delira, por favor, ligue para o telefone de emergência gratuito 0800 - Prevenção para discutir a internação imediata e o tratamento. - Pág. 120

  

1 - Delirium - Delírio
2 - Pandemonium - Pandemônio
3 - Requiem - (não traduzido)

Leia o primeiro capitulo clicando aqui.


LAUREN OLIVER foi assistente editorial numa grande editora nova-iorquina. Formada pela Universidade de Chicago e mestre em Fine Arts pela Universidade de Nova York, dedica-se hoje integralmente a seus livros e a novos projetos editoriais — passa boa parte do tempo em trens, ônibus e aviões e escreve sem parar, no notebook ou em guardanapos. Vive no Brooklyn, que chama de “o lugar mais feliz da Terra”, tem dez tatuagens, gosta de cozinhar, bebe café demais e sempre exagera no ketchup. Antes que eu vá é seu romance de estreia.


Confira agora a entrevista exclusiva concedida pela autora a nosso blog!

RL - Como toda entrevista, vamos começar com os clichês: De onde surgiu a ideia e qual foi sua inspiração ao escrever Delírio?
Lauren Oliver: Há um ensaio de Gabriel Garcia Marquez onde diz que todos os livros são sobre o amor ou a morte. O meu primeiro livro, Antes que eu vá, era sobre a morte, então eu queria escrever um sobre o amor. Ao mesmo tempo eu estava assistindo a algo na TV sobre pandemias, então  acho que as idéias de amor e doença se misturou na minha cabeça!

RL - Muitos autores consideram a escrita como uma tarefa fácil. O que acha sobre isso e quanto tempo você levou para escrever Delírio?
Lauren Oliver: Definitivamente não é uma tarefa fácil, porém eu não trocaria isso por nada. Delírio, provavelmente, levou cerca de seis meses para escrever o primeiro rascunho.

RL - No livro, vemos várias citações sobre o amor, mas o que você realmente pensa sobre isso?
Lauren Oliver: Eu sou uma grande fã do amor! Eu acho que o amor, em todas as formas, é uma das coisas mais importantes para nós seres humanos.

RL - Como você escolheu o nome da doença e qual foi o motivo da escolha?
Lauren Oliver: Minha escolha é vagamente baseado no latim. 'Amor' significa Love (Amor). 'Deliria' é algo que te deixa louco, e 'Nervosa' é uma doença que afeta o sistema nervoso.

RL - Cada capítulo do livro trás um poema, uma citação ou algo sobre a cura e a doença. Algumas citações são facilmente reconhecidas.  Foi você quem as escreveu? De onde veio essa ideia?
Lauren Oliver: Eu escrevi ou adaptadei todas elas. Eu queria usar citações para ajudar a construir o mundo e também para dar alguns insights sobre tudo o que Lena e seus amigos haviam sido expostos para suas vidas inteiras.

RL - Agora fale um pouco sobre os personagens: É facil escrever personagens como Lena e Alex?
Lauren Oliver: Personagens geralmente vem muito fácil para mim. Eu começo a ouvir as suas vozes na minha cabeça!

RL - Existe alguma semelhança ou característica entre você e os personagens principais?
Lauren Oliver: Sim! Há um pouco de mim na maior parte dos protagonistas.


RL - Fale um pouco sobre O Conto de Hanna e se puder, fale um pouco sobre o futuro da personagem nos livros.
Lauren Oliver: Só posso dizer que a história de Hanna é sobre seu ciúme de Lena e Alex e também como ela lida com a culpa e assume a responsabilidade.


RL - A Editora Intrinseca, responsável pela publicação de seus livros aqui no Brasil, colocou uma prévia de Pandemônio no final do livro, e Lena aparenta uma grande mudança. Ela realmente mudou? Por que a descrição dessa mudança é dada como um novo nascimento?

Lauren Oliver: Pandemônio é em grande parte sobre como as pessoas crescem e mudam. É parte natural da vida, e era importante para mim para mostrar essa jornada.

RL - O que você tinha em mente quando descreveu a história de Maria Madalena de uma maneira tão diferente?
Lauren Oliver: Eu queria mostrar como este mundo (no contexto da história) tem deformado todas as histórias do passado.
RL - O que você espera para a adaptação de seus livros em filmes? Há previsão para quando as filmagens começam?
Lauren Oliver: Não tenho ideia! (Risos)


Perguntas rápidas:
Um dia especial:
Ir à praia com meus amigos.
Um livro:
Matilda de Roald Dahl
Um cantor (a):
Alanis Morisette

RL - Antes de terminar, você algum dia pensa em vir ao Brasil para conhecer seus fãs e autografar seus livros?
Lauren Oliver: Eu realmente espero poder!

RL - Então mande uma mensagem aos seus fãs brasileiros:
Lauren Oliver: Um avantajado e enorme obrigado!

A resenha foi escrita pela Mayumi, a entrevista foi feita e traduzida pelo Jonas, a formulação das perguntas foi feita também pela Mayumi com ajuda da Nath Lambert do blog Nerd/Rocker Girl.

{ 8 comentários ... leia abaixo ou comente }

  1. Olá, ainda não li o livro. Espero ler em breve. Ótima resenha, e a entrevista foi excelente.

    Lucas
    livrosecontos.blogspot.com

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  2. A capa desse livro é linda e a leitura parece ser muito interessante! Taí um livro que gostaria muito de ler ;)
    Gostei da sua resenha e da entrevista, show!

    Beijinhos
    Renata
    http://escutaessa.blogspot.com.br
    http://www.facebook.com/BlogEscutaEssa
    @blogescutaessa

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  3. Eu não havia me interessado pelo livro, mas quando me mostraste tua resenha ele logo entrou para a lista dos desejados.Vamos rasgar um pouco de seda?Adoro tuas resenhas tb,acho que não sou eu que tenho um quê poético quando escrevo *-*.
    E a tua entrevista May,foi uma jogada de mestre.
    Bjos.

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  4. Nossa, adorei a resenha *---* Deiou a minha no chão *chora*
    Não sei se já leu Antes que eu Vá, mas ele é quase tão bom quanto Delírio! A entrevista ficou ótima, e eu ajudei a fazer õ/
    Acho que a Lauren é uma autora super legal. Já li outras entrevistas dela e ela é sempre divertida e bem humorada, dá muita atenção aos fãs (:

    Adorei o post, você escreve muito bem =D

    Bjs,
    www.nathlambert.blogspot.com

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  5. Olá, parabéns pelo seu blog!
    Se você puder visite este blog:
    http://morgannascimento.blogspot.com.br/
    Obrigado pela atenção

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  6. Oie
    amei a resenha!! tenho esse livro em ingles e portugues, irei ler em breve.
    e amei a entrevista!!
    http://lostgirlygirl.blogspot.com.br/

    bjos

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  7. Estou com o livro aqui para ler, e estou muito ansiosa. Bela resenha e amei a entrevista.
    Parabéns e sucesso ao blog :)
    Beijos
    Bruna-Livros de Cabeceira

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  8. Mentiraaaaaaaa que vc conseguiu uma entrevista com ela???!!! *o*
    Que chiqueeeeeeeee!!! Parabéns amiga! Ficou ótimo!!! Amei a entrevista!!!
    Um beijo!

    www.perdidasnabiblioteca.com

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