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[RESENHA] Divergente - Veronica Roth
Por: Mayumi
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Livro: Divergente
Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas:504
Classificação: ★★★★★ (5/5)
Resenha:
Em Divergente encontramos uma Chicago futurista que é dividida por 5 facções. A amizade produz a comida, a Audácia cuida da segurança da cidade, a Abnegação cuida dos sem facção e fazem trabalhos voluntários, A Erudição cuida do estudo, da medicina e de todo e qualquer desenvolvimento tecnológico, e a franqueza de assuntos judiciários.
Beatrice Prior faz parte da facção da Abnegação, ela vive como todos eles; fazem de tudo pelos outros e não pensam em si mesmos, não podem usar roupas extravagantes ou chamar atenção para si, não podem sequer olhar no espelho porque isso é considerado um ato de vaidade, não podem se vestir de outra cor que não seja cinza e vivem em prol de boas ações. Ela sabe que não é altruísta o suficiente para sua facção, não é feliz da forma como vive e deseja ser livre, mas abandonar sua facção significa abandonar sua família e tudo oque conhece para sempre.
Logo chega o dia que Beatrice e seu irmão Caleb irão passar pela simulação que mostrará para qual facção cada um tem aptidão, a qual indicará por meio de um soro injetado no corpo da pessoa e que cria uma simulação onde você fará testes para que indicarão a qual facção você pertence. E depois a cerimonia de escolha, onde cada um dos jovens irão deixar sua facção de origem e escolher aquela que passarão o resto de suas vidas.
Durante a simulação Beatrice descobre que tem aptidão para 3 facções; Erudição, Audácia e Abnegação. Beatrice é uma Divergente, consegue estar consciente durante as simulações, controlá-las e acordar no momento que desejar. Mas ser uma Divergente é extremamente perigoso e ela precisa esconder isso de todos se quiser continuar viva.
No dia da cerimonia de escolha Beatrice escolhe a Audacia, a facção mais perigosa e cruel das 5. Ela não tinha sequer noção do que a esperava ao escolher essa facção. A iniciação da Audácia requer colocar sua vida em risco diversas vezes, pular de lugares altos e ficar sob precipícios, saltar sobre trens em movimento, lutar contra os iniciados, aprender a tirar facas e atirar e encarar seus piores medos repetidas vezes em simulações. Será que Beatrice, uma das garotas mais frágeis entre os iniciados, pequena, fraca e que veio da facção mais fraca dentre todas, será capaz de sobreviver a iniciação da Audácia? E além disso, será que ela conseguirá um placar alto o suficiente para passar no teste? Dos 11 iniciados nascidos na Audácia e os 9 iniciados vindos de outras facções apenas 10 deles irão conseguir passar. Os outros irão virar sem facção, ou morrer tentando passar.
Porque a pior coisa no mundo em que vivem é se tornar um sem facção, viver na sombra da sociedade como os morados de rua vivem em nosso mundo.
— Trabalhando juntas, as cinco facções têm vivido em paz há anos, cada uma contribuindo com um diferente setor da sociedade. A Abnegação supriu nossa demanda por líderes altruístas no governo; a Franqueza providenciou líderes confiáveis e seguros no setor judiciário; a Erudição nos ofereceu professores e pesquisadores inteligentes; a Amizade no deu conselheiros e zeladores compreensivos; e a Audácia se encarrega de nossa proteção contra ameaças tanto internas quanto externas.”
Crítica:
Divergente é mais uma das muitas distopias que apareceram no mundo literário nos últimos tempos, mas acho que uma das únicas que está a altura de Jogos Vorazes. Não esperava que o livro fosse tão bom, apesar do burburinho que houve quando o livro foi lançado. Resolvi dar uma conferida porque meu amigo já havia comentado comigo que Divergente parecia ser mais agressivo do que Jogos Vorazes.
Primeiramente vou falar oque me desagradou no livro, porque suas qualidades sobrepujaram seus defeitos. Achei os nomes das facções bobos; Abnegação, Audácia Amizade e Franqueza. Não achei muito sentido no modo como a sociedade foi construída, no modo como as facções existem. Acho que não daria para viver em uma sociedade como a que existe em Divergente, simplesmente não daria certo. Mas a trama foi muito bem feita, o suspense e o desenrolar da história são simplesmente maravilhosos. Posso dizer que talvez tenha gostado de Divergente mais do que Jogos Vorazes, porque os personagens foram muito mais bem construídos e a personagem principal é realmente a melhor personagem feminina de qualquer livro que já li.
Veronica Roth é uma escritora magnifica, ela soube construir personagens que realmente se pareceram muito com um ser humano real, personagens que facilmente poderiam existir, pela forma como pensam, agem, tomam decisões e sentem.
Eu me apaixonei por Beatrice Prior, pela forma como ela cresce durante todo o livro, pela forma como ela pensa, age e pelas suas decisões.
Beatrice era uma garota fisicamente fraca e frágil, mas que se tornou mais forte que muitos, não só emocionalmente como fisicamente. E não foi destruída pelos acontecimentos como Katniss foi durante a trilogia.
Divergente é um livro que se trata de muitos coisas; fala sobre perda, morte, superação física e emocional, sobre guerra, sobre a humanidade, sobre amor, sobre honestidade e além de tudo sobre corrupção.
Book Trailer:
Série Divergente:
- Divergente
- Insurgente
- Allegiant
Biografia
Veronica Roth é uma autora muito jovem e por isso a sua biografia ainda é relativamente curta. Nasceu no dia 19 de Agosto de 1988 em Chicago, que é a cidade onde se desenrola a história de DIVERGENTE.
Veronica afirma que escreve desde a altura em se considerava velha demais para brincar ao ‘faz de conta’. Devido à sua paixão pela escrita, e também incentivada pela sua família, ingressou na Northwestern University para estudar Escrita Criativa, e foi aí que a trilogia DIVERGENTE se iniciou!
Um dia enquanto ia para a Universidade estava ouvindo música e a imagem de alguém saltando de um prédio emergiu na sua mente, dando a ideia para a Audácia. É então que Veronica decide começar a trabalhar no primeiro esboço de DIVERGENTE, preferindo investir o seu tempo nesta história a fazer os trabalhos acadêmicos.
Em Maio de 2011, com apenas 23 anos, lança DIVERGENTE, o seu primeiro livro que se tornou num êxito esmagador em mais de 15 países. Passado apenas um ano, em Maio de 2012, publica a sequência INSURGENT.
[RESENHA] Sua voz dentro de mim - Emma Forrest
Por: Mayumi
Aos 22 anos, a jornalista, escritora e roteirista Emma
Forrest parecia levar uma vida maravilhosa: havia deixado a casa dos pais em
Londres, cidade onde foi criada, para morar em Nova York, tinha um contrato com
o jornal The Guardian e estava prestes a publicar seu primeiro livro. Mas, por
trás da aparência bem-sucedida, havia uma jovem com sérios problemas
psiquiátricos, que se cortava com gilete, sofria de bulimia e era extremamente
autodestrutiva. Em Sua voz dentro de mim, Emma apresenta suas memórias,
sem medo de expor o lado mais escuro que guarda dentro de si.
O livro começa com a autora descrevendo sua obsessão pelo
quadro “Ofélia”, de Millais, em exposição na Galeria Tate, em Londres. Aos 13
anos, Emma passava as tardes observando a pintura, que retrata a namorada
suicida de Hamlet, personagem da obra de Shakespeare. Conforme lista outras de
suas peculiaridades, bem como alguns aspectos curiosos de sua família, Emma
direciona os leitores para a conclusão a que ela mesma chegou quando morava em
Nova York: havia cruzado a fronteira que separa os excêntricos dos maníaco-depressivos.
Ao chegar ao ponto em que não sentia quase nada, somente dor
e tristeza, Emma começa a frequentar o consultório do psiquiatra a quem se
refere como Dr. R. Ainda assim, após algumas sessões, ela tenta o suicídio e
vai parar na emergência de um hospital. Levada pela mãe para terminar de se
tratar na Inglaterra, a autora continua a ver o Dr. R quando volta aos Estados
Unidos. Durante oito anos, ela é paciente dele, que tem papel fundamental em
sua recuperação. Quando tudo parecia bem – as visitas ao Dr. R tinham se
tornado esporádicas e ela achava que havia encontrado o amor de sua vida –, a
notícia da morte do médico cai como uma bomba e pode ameaçar seu progresso.
Mas Sua voz dentro de mim também fala dos
relacionamentos amorosos de Emma. Um deles, em especial, chama a atenção: o
namoro com o ator Colin Farrell, cujo nome não é citado no livro. Ela se refere
a ele como seu “Marido Cigano”, ou simplesmente MC, e revela que se trata de
uma estrela do cinema. Os dois ficaram juntos durante cerca de um ano, viveram
uma história intensa e chegaram a fazer planos de ter um filho, mas Farrell
decidiu botar um ponto final no caso, tempos depois da morte do Dr. R. Sem o
psiquiatra para apoiá-la, Emma terá que reunir forças para superar sozinha mais
essa perda.
Apesar de toda a dor e do mergulho profundo na depressão e
na autodestruição que permeiam o livro, Emma Forrest consegue explorar a beleza
do amor e falar de superação ao longo das páginas. De quebra, ela ainda faz
refletir sobre a relação que temos com nós mesmos. Em 2013, Sua voz dentro
de mim deve chegar às telas do cinema, com a atriz Emma Watson no papel de
Emma e o ator Stanley Tucci como o Dr. R.
Livro: Sua voz dentro de mim
Editora: Rocco
Páginas: 192
Editora: Rocco
Editora: Rocco
Classificação: ★★★★ ★(5/5)
Me interessei por Sua voz dentro de mim pela sinopse que vi na página do facebook da editora Rocco e fiquei instantaneamente louca pelo livro.
Ele é um livro de memórias sobre Emma Forrest, uma grande jornalista britânica, além de escritora e roteirista.
Peço desculpas porque sei que esta resenha não vai sair lá uma das melhores, principalmente se tratando de uma autobiografia e da qual não se há história a contar, e sim meu ponto de vista com um certo vislumbre da história.
Emma Forrest é sem dúvida umas das pessoas mais interessantes e brilhantes que já vi na vida. Sem dúvida a mais louca também. Seu livro é narrado de uma forma extramente confusa e louca, pulando partes, voltando para outras partes, sem pé nem cabeça, fazendo inúmeras comparações que eu sinceramente não entendi, mas quando você engata no ritmo certo e para de tentar achar sentido na escrita de Emma, você passa a entender os acontecimentos e vê como essa escritora é completamente apaixonante.
Uma mulher que já aos 12 anos orava pedindo para morrer, com um instinto suicida e com uma família amorosa e sempre unida, apesar de ser completamente excêntrica também.
O livro é extremamente engraçado, triste e angustiante. Quase dá para tocar na tristeza que Emma sente, e sinceramente enquanto lia sua vida nessas páginas quase quis entrar no livro, voltar no tempo e ser uma amiga dela que pudesse ajuda-la realmente, porque durante a história parece que ninguém além de sua família e de seu terapeuta falava coisas boas para ela ou tentava tira-la do poço de depressão em que ela esteve.
Emma é uma mulher muito inteligente, excêntrica, divertida, depressiva e autodestrutiva. Apesar de já aos 22 anos estar morando em Nova York e escrevendo sobre música para o jornal inglês the Guardian, ela estava longe de estar bem, se cortava sempre que
acontecia algo ruim em sua vida, sentia prazer em se autoflagelar, se cortava
em praticamente todas as partes do corpo, chegando até a machucar o próprio rosto,
além de ter bulimia havia anos e tentar o suicídio algumas vezes.
Todos os seus relacionamentos eram péssimos e ela sofria um
ciclo de homens ruins que entravam e saiam de sua vida só a machucando cada vez
mais, fazendo-a se afogar na angustia, além de já ter sido abusada
sexualmente quando adolescente.
Ela fez o livro para dar fim a uma fase incrivelmente ruim e cheia de altos e baixos de sua vida, para encerrar a dor que foi a morte de seu terapeuta, aquele que tirou Emma da pior fase de toda a sua vida e á acompanhou durante oito anos, até que ela finalmente se curasse.
Emma é uma mulher extremamente interessante, o modo como pensa, age e sente é incrível e, acho que como leitora peguei um pouco de sua loucura para levar para o meu dia-a-dia também.
A vida de Emma em seu livro passa muito rápido e sinceramente gostaria de um final melhor para o livro. Ela fala que está com alguém, mas não diz nada sobre seu estado atual ou sobre finalmente ter encontrado o amor. Mas apesar disso, li que ela atualmente está casada e esperando um bebê, li sobre isso em um site enquanto navegava no google para saber mais sobre sua vida.
Capas pelo mundo:


O leitor leigo, certamente, como o dr.R. antes dele, diria que os homens, e a buscar por eles, estão fortemente entrelaçados com minha saúde mental. Eu alegaria, em minha defesa, que o problema de ser monógama serial é que não existe ninguém por acaso insignificante: todo mundo com quem você dorme realmente significa alguma coisa, merece ser mencionado em seu registro publico. Página 78.
"Que se foda! Não quero outro homem nunca mais na minha cama. Oque eu quero mesmo é um gato". Página 79.
Estou falando com o vento. Procurando consolo num gato. Vendo presságios no acaso. Página 140.
Todos nós representamos. É oque fazemos com os outros o tempo todo, propositalmente ou não. É um jeito de falar de nós mesmos na esperança de sermos reconhecidos como o que gostaríamos de ser. Página 147
[RESENHAS] As Vantagens de ser Invisível
Por: Mayumi
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.
Livro: As vantagens de ser invisível.
Autor: Stephen Chbosky
Editora: Rocco
Páginas: 224
Classificação:★★★★ (4/5)
Resenha:
Charlie é um garoto muito
solitário, sensível e ao mesmo tempo muito observador. Ele
escreve cartas para um amigo, um amigo que é um completo mistério já que ele
não conta quem é, tenta ser anônimo ao mesmo tempo em que assina as cartas com
seu nome.
Charlie narra sua história de uma forma muito parecida com um diário e, todo livro gira em torno do que o Charlie conta para seu amigo, como se ele estivesse contando para você oque tem acontecido em sua vida. Não é narrado como a maioria dos livros, não passamos todos os dias com o Charlie e não presenciamos as coisas banais que o personagem faz. Ele compartilha apenas seus pensamentos, sentimentos e os acontecimentos mais importantes da história.
A vida de Charlie começa a ser
contada no começo do livro mostrando um pouco de como as coisas são, oque ele
pensa sobre a escola, oque aconteceu com seus antigos amigos e algumas partes
relembrando sua infância. Charlie é do
tipo que vê o significado das coisas, ele observa, analisa, questiona e apesar
disso ainda é inteiramente inocente.
Ele é do tipo que quer ser o
melhor amigo para todos, faz oque pode para agradar e os coloca acima de si
mesmo. Charlie tenta participar, fazer amizades e ser um garoto normal, mas apesar
de seus avanços durante toda a história ele não chega a mudar muito neste sentido e continua preso a suas lembranças e sentimentos do passado.
Charlie é solitário até que faz
amizade com uma garota e um garoto que são veteranos da escola, não muito populares mais que o aceitam e o acolhem em seu grupo. É ai que todo o mundo
em que Charlie vive e toda a sua realidade muda, ele saí do torpor em que vive
e começa a realmente viver todas as experiências da adolescência.
Ele vive entre altos e
baixos e, tenta superar seus problemas e viver o momento, para quem sabe
finalmente participar de algo. Ele faz amigos, vai á festas, aparece nos bailes
e ouve muita música, mas apesar disso continua sendo o mesmo garoto do começo
da história.
Ele acompanha os problemas de sua
família, a falta de atenção, os segredos, a decepção e todos os acontecimentos envoltos na vida e no crescimento de seus amigos.
Um livro onde os acontecimentos nunca param e mesmo quando ele não está contando nada
demais, ele está divagando o significado de algo em que nós mesmos já devemos
ter refletido algum dia.
E por fim uma história que apesar
de não parecer tem seus mistérios e suas incógnitas.
Crítica:
Primeiramente, as vantagens de
ser invisível não é tão parecido com o filme assim. No filme parece que o
Charlie escreve cartas para seu amigo que cometeu suicídio, mas no livro ele
deixa em suspense para quem é que ele escreve, ainda porque ele quer se manter
anônimo, apesar de sempre assinar com seu nome.
A história de sua irmã com o
namorado não é parecida com oque conta no filme e, no livro ninguém tem medo
que Charlie faça algo contra sua própria vida por ser um garoto depressivo e
solitário. Ele não é do tipo que apanha e fica calado, mas
também é extremamente inocente, sensível e pensa de uma forma meio infantil, além de ficar chorando por qualquer coisa. Charlie é um garoto muito controverso.
Há partes no livro em que o jeito inocente e infantil de Charlie chega a irritar, mas na maior parte do
tempo o jeito como ele narra a história encanta o leitor.
Em muitas partes fiquei
impressionada com o número de detalhes que o filme mudou e cortou inclusive partes muito boas.
A leitura é rápida, flui bem, é escrita de uma forma muito fácil de ler e ainda deixa você no escuro em relação á alguns mistérios do livro.
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